A avaliação da frequência, nomeadamente presencial, rege-se
pelos
princípios estabelecidos no Regulamento de Formação e Especialidades e
Legislação Complementar (www.sppc-pt.com).
Quando tal se
justificou, foram agrupados dois ou mais seminários num grupo que
passou a funcionar, na prática, como se de um seminário se tratasse
para efeitos de avaliação da frequência. Estes “grupos” estão
devidamente identificados no programa de formação.
Devem
os formandos ter o cuidado de assinalar sempre a sua presença em cada
sessão dos seminários que frequentem através dos documentos de registo
de presenças para esse fim. A aposição da assinatura e das horas de
entrada e saída são fundamentais, pois em caso de dúvida sobre um
seminário ser ou não considerado para efeitos de progressão estas serão
determinantes. Em caso de, por qualquer imponderável, não existir folha
destinada a esse fim, deve o grupo providenciar elaboração de uma, que
siga os moldes das habituais, e que no fim da sessão será deixada no
lugar habitual destinada ao Sector de Formação e Especialidades.
O
princípio da formação é o da importância da frequência de todas as
sessões de todos os seminários, sendo a falta a situação da excepção.
Nestes casos, uma justificação será bem aceite. Como é óbvio qualquer
que seja o teor da justificação esta nunca pode equivaler à situação
presencial, pelo que se contabilizará sempre uma falta (com
justificação).
Chama-se intensamente a atenção que os
seminários de formação, sendo uma parte extremamente importante do
processo de formação, são, no entanto, nos termos do Regulamento de
Formação e Especialidades, apenas uma das partes deste processo. As
outras duas partes, que devem desenrolar-se ao mesmo tempo (e para além
de), são a prática clínica psicoterapêutica e a supervisão dessa
prática clínica psicoterapêutica, elementos sem os quais não poderão
ser validados os anos de formação.
Pelo que ficou dito no
ponto anterior é essencial que todos os formando disponham de casos
clínicos disponíveis a poderem ser usados em qualquer sessão. Isto é
particularmente relevante para os Seminários Clínicos, onde todos devem
ter casos convenientemente preparados para serem trabalhados com os
formadores, em todas as sessões (excepção considerada para os formandos
a frequentar o início do 1º ano, caso seja necessário).